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Os neogolpes e as interrupções de mandatos presidenciais na América Latina: os casos de Honduras, Paraguai e Brasil

Leonardo Valente Monteiro

Publicado em: Revista de Ciências Sociais. Fortaleza, v.49, n. 1, p.55-97, mar./jun., 2018

Resumo:

Este artigo tem como objetivo caracterizar conceitualmente as deposições dos presidentes do Brasil Dilma Rousseff, do Paraguai Fernando Lugo, e de Honduras Manuel Zelaya, como neogolpes; mostrando, ao mesmo tempo, que tal prática tornou-se um novo modus operandi regional, em substituição aos golpes clássicos levados a cabo com êxito pela última vez nos anos 1960 e 1970, com o objetivo de derrubar governos progressistas e restaurar forças políticas conservadoras, por vias não eleitorais, no comando dos Poderes Executivos desses países. Tal objetivo decorre para o cumprimento de outro secundário, porém não menos importante, que é o de apontar a correlação entre os neogolpes na América Latina e a atual conjunta geopolítica regional e internacional, marcada por uma intensa reação norte-americana ao avanço em nível global de polos alternativos de poder, por uma política forte de realinhamento de sua área de influência direta (o continente americano) e pelo revigoramento de forças políticas latino-americanas conservadoras, tradicionalmente mais próximas aos Estados Unidos que as progressistas.

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Da discrição ao ativismo: o novo papel da China no Conselho de Segurança da ONU

Leonardo Valente Monteiro; Marianna Albuquerque

Publicado em: CONTEXTO INTERNACIONAL Rio de Janeiro, vol. 37, no 2, maio/agosto 2015, p. 693-726.

Resumo:

Este artigo ressalta a diferença de comportamento da China no Conselho de Segurança nos períodos entre 1971 e 2006, e entre 2007 e 2012. O primeiro período, marcado pela presença mais discreta do país entre os membros permanentes, e o segundo caracterizado por um comportamento mais ativo, resultado direto de seu novo papel na ordem e no sistema internacional, e com potencial para reconfigurar a política entre potências e a geopolíticamundial.

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O monopólio das teorias anglo-saxãs no estudo das Relações Internacionais

Williams Gonçalves; Leonardo Valente Monteiro

Publicado em: Revista SÉCULO XXI  vol.12 série 84 p.6  2014

Resumo:

Este artigo tem como objetivo analisar o estado da arte do estudo das relações internacionais no Brasil, centrando-se especialmente na influência para este campo das chamadas teorias das relações internacionais. Parte-se da tese de que o monopólio anglo-saxão de produção teórica nesta área compromete a construção de uma disciplina com perspectivas nacionais e regionais, comprometendo sua utilidade para o desenvolvimento, e tornando-a mais um importante instrumento de manutenção do status quo. Destaca os problemas resultantes da transformação de apenas um olhar teórico sobre as relações internacionais, vendendo um recorde de mundo como a única forma de se entendê-lo, e ressalta a importância da quebra desses paradigmas e o desenvolvimento de novos modelos teóricos e novas formas de se pensar a disciplina.

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Revisionismos de relações com os Estados Unidos e suas variáveis nos governos progressistas da América do Sul

Leonardo Valente Monteiro

Publicado em: Rev. Bras. Polít. Int. 57 (1): 177-196 [2014]

Resumo:

Este artigo identifica e analisa os diferentes tipos de política revisionista, e suas gradações, desenvolvidos pelos governos progressistas da América do Sul em relação aos Estados Unidos nos últimos 13 anos. Para isso, tem como ponto de partida conceitos fundamentais para o melhor entendimento sobre o comportamento dos países da região em relação à grande potência: “revisionismo periférico”, de Cesar Guimarães, e “confrontação autônoma” e “confrontação antagônica”, ambos de Helio Jaguaribe. A partir dos desdobramentos desses conceitos foi desenvolvido um modelo teórico com diferentes tipos de revisionismos periféricos, o que permitiu uma espécie de sintonia fina de classificações das políticas externas do período.

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